Cronos de Wyvern

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Cronos de Wyvern

Mensagem por Oxford de Sirene em 31/7/2010, 18:01

Perfil do Personagem:

Nome: Cronos D’amgelo
Apelido: -/-
Idade: 18
Raça: Humano
Sexo: Masculino
Local de Nascimento: Grécia, Santuário.
Local de Treinamento: Submundo.
Armadura: Sapuris de Wyvern

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Personalidade.

Um tanto quanto sádico e sarcástico, gosta de ver as pessoas sofrendo, seu maior prazer é sentir o aroma do sangue. Seu relacionamento com Hades não se baseia no respeito ou na admiração, mas sim no medo, tem um medo excessivo para com o mesmo provavelmente pelo inconsciente que se lembra de diversas coisas de sua infância. Muito inteligente e culto, porém essas coisas não têm muita utilidade na vida de um espectro como ele escondendo essa personalidade.
Não tem piedade nem mesmo pelo ser mais puro do mundo sendo muito temido mesmo entre os espectros, para ele não existem amigos, apenas armas que podem ser usadas por ele. Por ser um Kyoto, não respeita espectros com posto inferior muitas vezes os agredindo. Diante dos outros Kyotos não diminui sua prepotência mostrando ser o mais forte e digno de respeito, sobre a representante de Hades, demonstra tremenda admiração. Apesar de não ser necessário a seu corpo gosta muito de aproveitar dos prazeres de um humano normal.

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Aspectos Físicos:

Seu Cabelo é colorado por um amarelo bem parecido com o dourado e um comprimento médio mal tocando os ombros com uma textura lisa, criando um contraste com sua pele branco-pálido. Seu olho esquerdo possui um tom púrpuro, adquirido no momento em que se transformou definitivamente em um espectro íris Já seu olhos direito tem uma coloração azul. Seu corpo não possui músculos exagerados, porém é preparado para um combate. Seu olho direito, nariz, boca e orelhas não possuem um toque pessoal, contudo não perdem sua beleza quando juntos. Possui grande força física apesar de seu corpo, quebrar obstáculos físicos com a mão não é algo difícil a ele podendo impor imponência aos mais fracos assim. Em batalha costuma deixar suas vestes sujas de sangue para acrescentar terror a suas vítimas.
A não ser em sua morada costuma usar sua armadura, quando não a veste costuma usar uma calça jeans preta e uma camisa preta. Possui cerca de 1.80 e 80 kg. Seu cosmo possui uma forte tonalidade púrpura assim como seus olhos.





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História:


D’amgelo, uma família expressiva em Firenzi, tanto o campo industrial quanto o campo comercial é exercido principalmente por eles. Francesco D’amgelo o atual líder da família, junto com sua mulher Catharina D’amgelo a qual estava grávida estavam no meio de uma comum viagem de negócios no o Santuário – Grécia.
Como de costume passam alguns meses nos países para onde vão nesse caso especial, o herdeiro da família teve seu nascimento, encantados com a cultura Grega deram seu nome Cronos D’amgelo. Alguns meses depois voltaram para a mansão D’amgelo a maior construção residencial pertencente à cidade de Firenzi

Na Itália sua família era muito respeitada, tinha sempre cuidados especiais em todas as áreas na região, Cronos cresceu como um nobre normal tinha muito dinheiro, por isso teve a melhor educação possível, sua família era presente em sua vida por isso cresceu como um menino feliz. Ao completar 12 anos começou a se perguntar sobre seu nome, um dia não agüentou mais de curiosidade e perguntou a sua mãe, nesse dia teve seu primeiro contato com a mitologia grega. Descobriu não só a origem de seu nome, mas também sobre várias outras coisas como a Titanomanquia, os 12 deuses olimpianos etc., entretanto o que realmente ficou gravado em sua mente foi o que ouviu sobre Hades.

É claro, uma informação errônea: “Hades, um dos 12 deuses do olimpo, o deus do inferno, por sua morada ser um local relacionado à morte e ao sofrimento, tem prazer em ver a dor nos outros, vez ou outra sobe para terra trajando uma armadura negra e devasta cidades inteiras, às vezes traz seus fiéis espectros imortais com ele causando uma destruição ainda maior, muitos dizem que o mesmo já perdeu sua sanidade”. Essas palavras ficaram firmemente cravadas em sua mente. A partir daquele dia, sonhos estranhos com um ser trajando uma armadura negra, cabelos dourados e olhos assustadores se tornaram comuns.

Francesco estava ficando velho, por isso decidiu levar Cronos em uma de suas viagens para ensiná-lo para ter um verdadeiro sucesso. Cronos nessa época já estava com 15 anos, à viagem seria para uma vila próxima, Monterggioni. Catharina não estava se sentindo bem por isso decidiu ficar e esperar, assim Cronos, seu pai e alguns guardas partiram ao nascer do Sol. Monterggioni era um local agradável, bem pequeno, porém bem populosa, lojas em todo lado crianças brincando de um lado ao outro, uma cidade feliz. Ao chegar à cidade Cronos logo viu uma mansão gigantesca à frente era o objetivo daquela viagem.

Ao fim do dia terminaram a reunião e se prepararam para ir embora, ao chegarem ao portão um cidadão vindo de Firenzi podia ser visto ao longe, um braço e metade de seu estômago tinham sido dilaceradas por algo monstruoso, suas últimas palavras foram:

-Cavaleiro, fogo, sangue.

Não se sabe como o mesmo chegou vivo até ali, mas não era hora de pensar nisso, cada um deles montou um cavalo e foram correndo de volta a Firenzi, poucos minutos depois já se via a fumaça ao longe. Ao chegar a cidade viram a destruição em que a mesma se encontrava, todas as casas e prédios destruídos, mortos em todo lugar que olhava, o chão e o que sobrou das paredes estavam pintado pelo sangue, percebeu, mas ao sentir aquele “aroma” Cronos soltou um leve sorriso não notado nem pelo mesmo.

Chegando a mansão Cronos avistou ao longe o corpo de sua mãe despedaçado, e logo a frente um homem trajando uma armadura negra e com as mãos cobertas por sangue, ao ver os dois chegando começou a rir histericamente enquanto abaixava e pegava um garfo, Francesco vendo aquela sena correu na direção do homem, estava desesperado e tinha perdido a razão, com a mão livre agarrou a cabeça de Francesco e a esmagou lentamente. Cronos horrorizado com a cena lembrava do que sua mãe lhe falou sobre Hades, ele foi recuando à medida que seu corpo o permitia. O homem aumentou o passo e se aproximou a queima-roupa perfurou seu pescoço em uma rápida estocada. Seu corpo foi dominado pela a dor, porém, rapidamente Cronos foi perfurado novamente, dessa vez em seu estômago pelo braço do homem. Cronos caiu lentamente no chão, enquanto seu sangue jorrava por seu ferimento, sua morte era iminente.

Seu corpo ao tocar o solo começou a exalar uma espécie de aura, seus olho esquerdo foi de um tom azul para um púrpuro, sua face foi expressando uma intensa agressividade, Cronos se levantou lentamente enquanto ria histericamente. Cronos estendeu sua mão e sem proferir palavra alguma via o homem ser arrastado por uma espécie de magnetismo a sua frente, em seguida começou espancá-lo de forma brutal, nesse exato momento Francesco acordava e via o estado de seu filho. Cansado daquilo Cronos o lançou o
homem ao chão e pisou em seu crânio, esmagando-o.

Cronos não demonstrou sentimento algum depois daquele momento por um bom tempo, aparentemente estava em uma espécie de transe, começou a andar a passos rápido para Leste, seus trajes estavam sujos de sangue por isso era abordado normalmente por petulantes soldados, Cronos os ignorava até o momento que o mesmo o apunhalasse, nesse momento Cronos o matava de forma rápida para continuar sua caminhada. Após atravessar todo o território italiano Cronos chegou a uma pequena vila, lá seu objetivo se encontrava a alguns metros na direção norte uma montanha se encontrava. Ao chegar às montanhas um homem usando um manto negro sentado a uma pedra parecia esperá-lo, ao ver Cronos, levantou-se retirou um pouco da poeira de seu traje.

Cronos ao vê-lo por algum motivo voltou ao normal, seus olhos finalmente voltaram à coloração normal e algumas lágrimas saíram de seu rosto. Ele podia ver tudo que seu corpo fazia, mas não conseguia impedi-lo. Logo o homem começou a explicá-lo coisas vitais para sua vida futura. Seu corpo estava sendo controlado por uma alma, a alma de um espectro de Hades, o corpo de Cronos foi escolhido como recipiente por essa alma. O velho lhe disse que não tinha alternativa a não ser ceder, sua família e amigos estava morta, sua vida tinha acabado. Seguir Hades poderia lhe dar um motivo de vida, caso Cronos aceitasse a “verdade” continuaria comandando seu corpo e apenas iria assimilar as habilidades do antigo espectro, caso contrário seria prisioneiro em seu corpo para o resto de sua vida.

Cronos escutava tudo aquilo boquiaberto, não conseguia crer que sua vida tinha mudado de maneira tão drástica por um Deus, o qual Cronos julgava não existir, ao terminar de falar o velho andou lentamente na direção da parede, tocou-a com sua mão direita e desferiu um soco certeiro com sua mão esquerda. O buraco formado tomou proporções enormes tomando forma de um túnel, ambos adentraram na escuridão que o mesmo possuía. Após alguns minutos de caminhada Cronos sentiu o acúmulo de fadiga em seu corpo, sem forças desmaiou.

Ao acordar, Cronos se viu em um imenso salão. Um salão deveras bonito, tanto o chão quanto o as paredes brilhavam de forma maravilhosa, mais próxima à parede final do salão uma cortina roxa de ceda permitia apenas que Cronos visse um vulto sentado em uma espécie de trono. Vindo desse mesmo trono uma voz grave, ele reproduzia medo e ternura ao mesmo, algo extremamente belo e estranho. Em uma rápida apresentação se declarou Hades o deus do inferno, explicou para Cronos sua situação, se aceitasse a proposta do velho poderia viver o seguindo caso o contrário o pior dos destinos o aprisionaria. Sem poder recusar Cronos aceitou sem saber que fora uma infeliz escolha.

Logo que saiu do belo salão descobriu a derradeira faceta do inferno, gritos de dor, choros de crianças, pedidos de misericórdia, podiam ser ouvidos em qualquer lugar, vários tipos de torturas feitas por homens trajando armaduras negras. Seu treinamento iria começar, primeiramente tanto sua mente como seu corpo precisariam ser fortificados para suportarem o poder da alma do antigo espectro. Os métodos usados para tal era desumanos, treinos que se assemelhavam a tortura. Os treinos se dividiam em três partes. Na primeira, o treino era voltado à resistência física, Cronos era torturado com diversas ferramentas que trariam desespero a alguém normal apenas com o contato visual e espancado de maneira brutal, é claro que tinham bastante cuidado para que sobrevivesse. Na segunda parte os treinos consistia no fortalecimento mental, por várias semanas Cronos era obrigado a sobreviver em meio ao calor infernal, do frio mortal, de ventos cortantes e enorme pressão. Na terceira e menos importante, Cronos assimilava rapidamente todo o conhecimento sobre a verdadeira mitologia, nessa etapa descobriu que a alma do antigo espectro era um dos três juízes e trajava a sapuris de Wyvern.

Além disso, a escassez de alimentos e cuidados médicos apropriados deixava Cronos à beira da morte constantemente, portanto, sua bondosa personalidade, conseqüência de uma boa vida na Itália foi sendo modelada, um grande ódio sobre todos os seres da terra foi se formando lentamente, um sadismo foi se formando ao se deparar dia e noite no meio do sangue de outros que morriam ao seu lado e dos contínuos gritos agonizantes.
Não era necessário o treino de combates corpo-a-corpo ou o despertar do cosmo já que o mesmo já era dominado com maestria pela a alma do espectro de Wyvern.

Após longos Três anos durante esse treinamento árduo, Cronos completou seus 18 anos nesse momento em seus aposentos a alma do espectro de Wyvern que já adentrara seu corpo despertou. Uma forte luz púrpura tomou o corpo de Cronos enquanto seus olhos mudavam de cor lentamente, diferente daquela vez na Itália Cronos não perdeu controle sobre sua mente. Cronos se levantou e sentiu uma sensação estranha, seu cosmo despertara e facilmente conseguia ser controlado, dentro de sua mente algumas memórias apareceram juntamente com diversos golpes e habilidades que por algum motivo Cronos sabia utiliza-las. O velho que o encontrou Três anos atrás, chegou a seus aposentos e lhe falou do chamado no Grande Hall novamente.

Chegando lá, viu a representante de Hades a sua frente e novamente atrás da cortina podai se ver um vulto e sentir um forte cosmo, a representante então lhe perguntou se juraria lealdade a Hades e seria um de seus espectros, sabendo que como um espectro poderia matar e sentir seu tão querido sangue, respondeu positivamente enquanto se ajoelhava a seus pés. O velho então entrou na sala carregando uma caixa, logo que a abriu a Sapuris de Wyvern se mostrou e rapidamente se juntou ao corpo de Cronos. Cronos se virou e foi andando a passos lentos na direção da porta, ao se aproximar viro-se novamente para a representante ajoelhou-se e partiu.

Seu destino era sua nova “morada”, o local que deveria guardar como um espectro, A 1ª Esfera Caína.



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Nível: 1
Experiência: 0/100

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Golpes:

End of Days: Esse golpe consiste na concentração de grande quantidade de cosmo em alguma parte do corpo de Cronos e o liberando de forma rápida causando grandes danos ao alvo.


1ªVariação - Chaos: Concentrando seu cosmo no centro de seu corpo, basicamente em sua região abdominal e o liberando de forma abrupta gerando uma explosão circular tendo como centro todo seu corpo. Essa explosão anula golpes cósmicos além de causar danos massivos a qualquer corpo dentro de sua área de acerto. Caso tal técnica seja usada no solo o mesmo não é destruído por ter a parcela de cosmo direcionada para baixo reduzida de forma que apenas um impacto é a atinja causando um pequeno abalo sísmico.

2ªVariação – Pandemoniun: Ao concentrar seu cosmo em um de seus membros, o mesmo é envolvido por uma aura em forma de vapor, em seguida um movimento de corte é feito criando uma lâmina, diferente de outras lâminas essa não corta. Por conter propriedades do fogo, essa lâmina se expande ao alastrar-se sobre qualquer matéria física que tocar, uma vez invocado esse fogo não apaga até consumir por completo o alvo ou após certo tempo. Com um simples toque o fogo púrpuro já causa queimaduras de terceiro grau. Deve-se ressaltar que essa lâmina atinge o alvo com um grande impacto.
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Sinner Flame:
Elevando seu cosmo o mesmo rapidamente tem sua temperatura elevada ao extremo, em seguida esse cosmo é canalizado na palma de uma de suas mãos de onde é rapidamente lançada para cima. Ao alcançar o ápice de seu lançamento essa rajada de cosmo em uma velocidade começa a descer, no momento da descida, a mesma começa a se desconcentrar formando uma espécie de chuva de pequenas rajadas de fogo as quais se assemelham a pequenos meteoros. O impacto produzido é alto e em seqüência qualquer tipo de matéria tocada entra rapidamente em um processo de combustão devido a grande concentração de cosmo. A área quais os “meteoros” abrange varia de acordo com a vontade de Cronos, sendo assim, Cronos não comete o erro de atingir áreas indesejadas.

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Wall of Despair:
Esticando um de seus braços para a posição desejada Cronos materializa uma parede negra, essa parede possui cerca de 2.50m de altura e 3.00m de largura. Não é muita espessa, porém é resistente o bastante para não ser quebrada por golpes físicos. Quando atingida por ataques cósmicos ou elementares o mesmo é absorvido, uma vez dentro dessa parede o ataque é rapidamente analisado tendo seu cosmo reconhecido, após isso o ataque é expelido pela parede tendo sido modificado de modo que siga o “dono” de tal cosmo, causando o dano original da técnica.
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Habilidade:

Venon Blood:
Como sua constelação faz parte do grupo dos répteis, Cronos tem grandes semelhanças aos mesmos. Foram injetados, lentamente diversas toxinas em seu sangue. Pouco a pouco essas toxinas foram se tornando parte de seu sangue, sendo assim em sua corrente sanguínea diversos venenos mortais correm. Ao elevar seu cosmo parte desse veneno “evapora” sendo exalado em forma de vapor ao redor do corpo de Cronos. Uma vez inalado ou mesmo tocado o veneno lentamente se propaga por todo o corpo do alvo causando danos além de lentamente tirar-lhe os sentidos. Sendo assim seu corpo também é imune a qualquer tipo de toxina provida de qualquer tipo de ataque ou substância.

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Interpretação:

Uma simples missão fora designada para o Kyoto de Wyvern, segundo um grupo de espectros um grupo com número indeterminado de integrantes vindos do reino de Athena estava acampando a alguns quilômetros do castelo Heinstein.

Diante daquele belo luar, Cronos passava a lentos passos pelos jardins do castelo.Os jardins se consistiam me diversas repartições cobertas por belíssima relva verde e uma imensa variedade de flores, espalhadas aleatoriamente pelos jardins diversas fontes e estátuas retratando as mais diversas criaturas mitológicas. Logo que passou pelos grandes portões aumentou sua velocidade gradativamente até que se lançou aos céus com um grande salto. Ao chegar ao ápice de seu salto Cronos estendeu as asas presentes em sua sapuris e começou a voar em grande velocidade.
Cronos tinha mais ou menos a localização de seu alvo, ao se aproximar o cosmo dos mesmos estava levado, esse fora o motivo de sua perdição, provavelmente haviam acabado de finalizar um intenso treinamento e descansavam.

Ao chegar a uma pequena distância desceu até tocar o solo, o resto do caminho decidiu andar, estava dentro de um grande campo, coberto por grama orvalhada, nenhuma árvore ou tipo diferente de vegetação era presente na mesma, deitado a alguns metros cinco cavaleiros, para ser mais exato dois cavaleiros de prata e três de bronze.

Antes que qualquer um deles se movimentasse Cronos impulsionado por suas asas se colocou a frente deles, com um rápido movimento de corte lançou um lâmina na direção dos cavaleiros visando queima-los matando-os rapidamente. Por reflexo ou talvez sorte os cavaleiros de prata se esquivaram com um pequeno pulo para o lado. Os cavaleiros de bronze, entretanto, foram atingidos em cheio e lentamente foram consumidos pelas chamas infernais enquanto gritavam de agonia. Desesperados um dos cavaleiros tentou fugir enquanto o outro atacava Cronos com um soco. Sem dó como de costume Cronos quebrou seu braço enquanto abaixava e atingia um gancho em seu queixo.

Cronos ria histericamente em meio a seus tão adorados gritos, antes que se esquecesse se lançou com grande velocidade em direção ao outro cavaleiro, estendendo seu braço esquerdo Cronos alcançou sua cabeça, em um rápido movimento aproveitando-se do último impulso levou a cabeça do infeliz cavaleiro para o chão quebrando seu nariz e diversos dentes. Seu riso histérico gradativamente aumentava enquanto com sua mão direita arrancava sua cabeça.

Voltando-se para o outro cavaleiro que ainda gemia lançou-lhe a cabeça de seu amigo a qual caiu certeiramente em frente a seu rosto, agora com passos lentos Cronos foi ao encontro do cavaleiro. Chegando a uma mínima distância desferiu-lhe o golpe final perfurando seu peito e esmagando seu coração.

Com seu corpo agora sujo pelo sangue dos cavaleiros mortos, Cronos sentou-se em meio à relva que dominava todo aquele campo e viu seu fogo se apagar lentamente enquanto os restos do corpo dos cavaleiros de bronze eram extintos daquele mundo.
Sem se quer saber seus nomes ou constelações Cronos os matou, sem dó, assim como um verdadeiro Kyoto deve ser, satisfeito pelo resultado, depois de tanto tempo pode sentir o doce cheiro do sangue.


Ao retornar ao Castelo Heinstein, Cronos reportou seu sucesso a representante de Hades e logo se se dirigiu a seus aposentos, um grade quarto, entretanto, não muito mobiliado, ao centro uma grande janela, logo abaixo uma mesa com uma única cadeira uma garrafa de Whiskey e um copo, ao lado esquerdo uma grande cama com um cobertor luxuoso feito de ceda. Ao entrar no quarto, retirou sua armadura e a colocou ao lado da cama, indo a uma repartição do quarto ao lado direito se banhou e limpou seus trajes. De volta a seu quarto sentou-se perto a janela e enquanto apreciava lentamente a vista tomava um copo de Whiskey, ao terminar deitou-se e fechou os olhos na tentativa de dormir.


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