Hank de Lira

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Hank de Lira

Mensagem por Oxford de Sirene em 31/7/2010, 18:04

Perfil do Personagem

Nome: Hank Haskell
Apelido:
Raça: Humano
Idade: 16 Anos
Sexo: Masculino
Local de Nascimento: Grécia
Local de Treinamento: Santuário
Armadura: Lira

Personalidade

Hank, apesar de ter um gênio forte (dificilmente admite que está errado), procura sempre pensar antes de responder uma pergunta. Sempre de bem com a vida faz o possível para tirar proveito das dificuldades que enfrenta. Seu censo de justiça é apurado e sempre dá preferência aos mais fracos. Antes de dar lugar a um sentimento procura primeiramente sua razão, assim ele tenta se manter distante de decepções e arrependimentos mesmo que esta atitude tragam outros tipos de frustrações.

Sempre aberto a discussões, não se chateia tão facilmente, mas em compensação é difícil fazê-lo mudar de opinião sobre algo. Essa atitude acaba gerando atrito com outros cavaleiros de personalidade parecida. Nunca leva essas discussões para o lado pessoal para evitar brigas com amigos próximos.

Em batalha: Procura estar sempre atento à batalha procurando meios de atingir o ponto fraco do inimigo. Quando não conhece o inimigo evita ataques decisivos para não comprometer suas técnicas. Ao ver que o oponente é mais forte faz o possível para não demonstrar insegurança e procura não dar esperança de vitória fácil para seu adversário. Fará o possível para debilitar ao máximo seu inimigo para que outros possamvencê-lo.

Aspectos Físicos:

Hank é possuidor de um cabelo curto e belo, num tom azulado do mesmo tom segue seus olhos. Sua pele clara e bastante macia tornam-no um cavaleiro extremamente belo e encantador com seu belo sorriso branco e seus bem cuidados dentes. Alto chegando medir 1,80 de altura, e pesando 76 Kg, possui um corpo atletico definido. Nada muito chamativo apenas na medida certa de beleza escultural que ele representava naquele momento. Sua voz é Medionica, quase tão evoludada quanto o som de sua lira, num tom pouco grave e muito charmosa.

História

Helena, é judia e fugiu de Israel após um ataque da Corporação à um grupo rebelde que ela fazia parte. Ao chegar na Grécia se envolveu com Hélio, um soldado raso do Santuário, e acabaram se casando. Meses depois nasce Hank. Sua mãe todas as noitescontava-lhe histórias da mitologia grega para Hank antes de dormir, com dois anos já demonstrava interesse pela música ao estar sempre tentando tocar a lira que sua mãe usava para ensinar em uma escola de música. Hélio, mesmo sendo um soldado raso, era mais forte e habilidoso que um homem comum, afinal não é qualquer um que pode ser um soldado no santuário. Aos três anos e meio Hank passou a receber treinamento de seu pai para se tornar um soldado do santuário mas sua mãe nunca gostou dessa idéia pois sabia que um dia haveria uma guerra contra a Corporação e todos os guerreiros do santuário iriam lutar.

Aos 7 anos já lutava contra outros soldados em seu treinamento, não ganhava todas mas seus adversários ficavam muito machucados. Durante todo o treinamento seu pai lhe explicava a essência do cosmos, de que todas as coisas são feitas do cosmos e o motivo pelo qual os cavaleiros de Atena são tão forte. Hank sempre ficava fascinado vendo seu pai lhe explicar isso sabendo que muitos guerreiros usavam o cosmos para lutar.

Em paralelo ao seu treinamento todas as noites Hank também recebia aulas de mitologia, artes e história de sua mãe. Com o passar dos anos Hank também desenvolveu seus talentos musicais compondo músicas e tocando sua lira que tinha ganho de seus pais aos 4 anos de idade. Hank tocava de uma forma tão harmoniosa que até animais selvagens paravam paraouvi-lo. Ele parecia entoar seus sentimentos através da música.

Uma noite, já com 8 anos, enquanto tocava sua lira no alto de uma pedra vislumbrando as constelações no enorme céu escuro, pensou em concentrar todo seu pensamento na música que emanava de sua lira. Ele começou a sentir que a música parecia emitir também uma energia, mesmo que muito fraca. Com o passar dos meses todas as noites Hank ia para o alto de uma pedra buscando aprimorar essa energia que saia de sua música. Nos treinamentos com seu pai percebeu que seus golpes ficavam mais fortes quando concentrava seus pensamentos da mesma forma que concentrava em sua música todas as noites.

Já aos 9 anos, quando treinava sozinho, lembrou do que seu pai lhe disse um dia: "Os cavaleiros de Atena são capazes de destruir estrelas com os próprios punhos porque dominam a essência do cosmos". Pensando nisso ele se concentrou em uma pedra de quase meio metro de altura que estava à sua frente. Sentiu uma energia esquentando o interior de seus corpo, tentouconcentrá-la em seu punho mas não estava conseguindo direcioná-la , quanto mais tentava menos controle sobre a energia ele tinha. Quando percebeu que estava sem quase nenhum controle deixou que a energia crescesse livremente até que ela explodiu. Sua visão escureceu, não sentia mais o seu corpo, parecia que a energia tinha explodido seu corpo. Não sabia se estava morto ou inconsciente, sentia apenas uma sensação de leveza como se estivesse flutuando depois ficou inconsciente. Ao abrir os olhos um pouco desorientado percebeu que já era noite e que ficou horas inconsciente. Olhando para o ambiente ao seu redor, iluminado pela luz que refletia da lua, percebeu que estava dentro de uma cratera de aproximadamente 10 metros de diâmetro e dois de profundidade, foi então que percebeu que isso tinha sido ocasionado pela explosão da energia que vinha de seu corpo. Com o passar dos meses Hank foi dominando esta energia, agora já consciente de que se tratava do cosmos que seu pai tanto lhe falava, mas sem falar a ninguém sobre isso.

Aos dez anos Hank contou aos seus pais sobre o seu treinamento em relação ao domínio e aperfeiçoamento de seu cosmos. Hélio não sabia como expressar tamanha alegria em saber que seu filho, e discípulo, finalmente conseguiu dominar algo que somente os cavaleiros de Atena dominavam, o cosmos. Com sua mãe, Helena, já foi o contrário. Seu coração de mãedizia-lhe que estava cada vez mais perto o dia em que seu filho lutará na guerra contra a Corporação.

Aos onze anos Hank já usava seu cosmos tanto em luta corpo a corpo como em sua música, que era utilizada tanto para dar uma sensação de bem estar para os seus ouvintes quanto uma forte interferência no cérebro de seus adversários que treinavam com ele,deixando-os totalmente atordoados e indefesos. No ano seguinte se candidatou a cavaleiro de prata de Lira, enfrentando diversos desafios entre eles: lutas corpo a corpo com mais diversos tipo de adversários aspirantes a cavaleiro, concentração em meio a desafios que desafiavam a morte e por último um teste psicológico com o Grande Mestre Kiki.

Após quase um mês de desafios com o mínimo de intervalos, já com seu corpo e mente cansados, ele finalmente recebe a armadura de Lira. Desde então já passaram-se quatro anos, onde o mesmo desenvolve e aperfeiçoa suas técnicas e seu cosmos. A medida que acompanhava o movimento do santuário, conheceu de longe um linda charmosa mossa, seu nome era Yume, ela avia se tornado capaz de adquirir a armadura sagrada de ouro de Aquários. Talvez esta fosse a primeira paixão desde imensuravel cavaleiro.

Nivel: 1
Experiência: 0/100

Golpes:

Ghost Symphony (Sinfonia Fantasma)
Nesta técnica Hank toca sua lira com tanta sutiliza criando um vinculo entre sua técnica e as técnicas de seus adversários, desta forma a musica tocada pelo cavaleiro afetará completamente o sistema nervoso central de seu adversário o fazendo ver o que quer, apenas mudando a trajetória do golpe o ação, sendo está direcionada a si mesmo. Além do golpe ignorar todo tipo de defesa mental e bloqueios de ilusões, este golpe é terrivel pelo módo como é aplicado, sendo possivel se ouvir uma musica triste e bastante aguniante, tornando ainda mais eficaz sua utilização, pois o adversário imagina apenas ouvir a musica (mesmo sendo surdo ou causando a surdez) ele ignorará toda a manifestação cósmica de Hank.

Death symphony (Sinfonia da Morte)
Hank toca uma melodia em sua lira que também emitem freqüências diretas ao cérebro do seu inimigo deixando-o atordoado. Enquanto isso diversas cordas saem de sua lira amarrando o oponente, deixando seu inimigo imóvel. As cordas vão apertando o corpo do oponente com o decorrer da música que está sendo tocada, até que o corpo do oponente é transpassado pelas cordas.

Silent Death: A técnica, faz com que o cosmo de Claudriel, seja transmitido atravez do som de sua harpa ou mesmo de sua voz. O som entra pelos ouvidos de seu oponente (mesmo que esteja sem o sentido da audição) o paralizando-o. Seu cosmo entra pelos ouvidos do inimigo paralizando-o internamente. Está técnica além de horrenda é a mais temida dentre todos os cavaleiros do santuário de Athena.

Habilidade:

Emotional Person (Pessoa Emocional)
Com está habilidade Hank foi capaz de trazer a alegria e a tristeza a tona, vinda ela direta do coração da pessoa que ouve suas lindas melodias tocas por sua lira. Dependendo de sua musica pode despertar emoções que a pessoa que a ouve poderia não esperar sentir em determinado momento. Uma habilidade como essa sempre trás seus grande beneficios, sendo eles o poder de intimidação e controle sobre a batalaha. Apartir do momento que o adversário de Hank escuta está melodia ele pode ter suas emoções diversificadas e escolhidas pelo cavaleiro, como pode começar a ver coisas, iludindo o sentido da visão e do tato. Uma habilidade tão cruel como está apenas foi adquirida com o extremo esforço que fez após conhecer sua amada.

Interpretação

Após alcançar a vitória no seu último teste com o Grande Mestre do Santuário, Kiki, e se tornar um Cavaleiro de Athena, Kiki trouxe para diante de sua presença uma urna prateada utilizando seu poder de telecinese. A urna brilhava como as estrelas refletindo a luz do sol como se fosse um espelho. Na sua frente estava desenhado em alto relevo uma Lira indicando que aquela era a caixa de pandora que guardava a armadura de Prata que representa a constelação de Lira. Hank a olhava com curiosidade mal podendo conter a felicidade de finalmente ter alcançado o posto de cavaleiro.

Hank. Você passou em todas as provas para ser o Cavaleiro de Prata de Lira e Athena agora o reconhece como um de seus leais cavaleiros.

Neste momento a urna se abre mostrando um objeto em forma de uma Lira e em seguida ela se divide em várias partes em forma de cometas que vão em direção a Hank. As partes se encaixam perfeitamente ao corpo de Hank devido a capacidade da armadura de se modelar ao seu cavaleiro.

Uau!! Então é assim que se sente um cavaleiro?!?!

Hank sentia o cosmos da própria armadura em harmonia com o seu, formando assim um cosmos ainda maior.

Lembre-se Hank: A armadura só deve ser usada para proteger a justiça e principalmente Athena.

Hank fez apenas um gesto de respeito ao Grande Mestre inclinando-se para frente depois se virou para retirar-se de sua presença. Foi quando percebeu a falta de algo na sua armadura e virou-se novamente ao Grande Mestre e ajoelhou-se diante dele.

Mestre, sinto que falta algo na armadura sagrada de Lira. Lembro-me muito bem que li em registros históricos do santuário que o antigo cavaleiro de prata tocava uma lira proveniente de sua armadura e até agora não vi esta lira em minha armadura.

O Grande Mestre Kiki apenas olhou para o cavaleiro e disse:

A armadura sagrada de Lira foi uma das armaduras resgatadas do submundo dos mortos depois da última guerra santa contra Hades e seus espectros. E lembro de que havia um cosmos protegendo a armadura juntamente com uma suave música ao lado de uma estátua de uma mulher. O local era florido, provavelmente o único lugar do submundo. O cosmos presente naquele lugar parecia proveniente da própria armadura. Após tirar a armadura daquele lugar a música parou de soar e a lira simplesmente desapareceu.

Hank não se demonstrou satisfeito com a resposta do mestre mas mesmo assim se retirou do local.

Algumas horas depois, a noite, Hank estava no alto de uma montanha, onde costumava aperfeiçoar seu cosmos, admirando as estrelas do céu mais especificamente a constelação de Lira que a partir daquele dia seria sua constelação guardiã. Ao seu lado estava a urna de prata da armadura de Lira. Ao som apenas dos ventos Hank parecia distraído em seus pensamentos.

Como a lira poderia ter desaparecido? Quem mantinha a música que o mestre falou? De quem era o cosmo que protegia a armadura?

De repente algo quebra o silêncio promovido pelos fortes ventos. Era uma música entoada por uma lira.

De quem é essa música? Ela passa paz. E que cosmos é esse que envolve a melodia? Nunca senti esse cosmos por aqui antes, será um inimigo? Mas como um inimigo passaria tamanha paz para seu adversário.

Hank levanta-se e procura a direção de onde vem o som.

O som parece vir de todos os lugares. Quem seria capaz de fazer isso? Não existe outro cavaleiro no santuário com tais habilidades.

A urna de Lira começa a brilhar. Hank não entende o que está acontecendo. A urna sagrada se abre e dela sai um cosmos enorme iluminando o ambiente, bem ao fundo uma sombra começa a se formar. Hank percebe a sombra e logo entende que aquele era o responsável por tudo isso.

Quem é você? E o que pretende aqui no Santuário?

Hank se posiciona para um possível ataque do inimigo.

Estranho, ele não demonstra nenhuma agressividade.

Hank finalmente o consegue ver e percebe que está vestindo a armadura de Lira.

Como ele pôde vestir a armadura sagrada. A armadura me escolheu como seu cavaleiro. O que é aquilo que está em sua mão? Parece uma lira !!! Será ele quem entoava a música no submundo que o Grande Mestre se referia.

O homem vestido da armadura sagrada de Lira apareceu por completo perante Hank. Ele tinha cabelos e olhos azuis. Seu rosto era sereno mas muito sério. Com sua mão esquerda segurava uma lira prateada com detalhes dourados.

Hank, finalmente pude conhecê-lo. Eu sou Orpheu da constelação de Lira, antigo cavaleiro de prata de Lira.

Hank ficou mais confuso. Não entendia o que a alma do antigo cavaleiro morto na última guerra santa estaria fazendo ali trajando a armadura de Lira, mas também já tinha desfeito sua posição de luta.

Eu li sobre você nos registros do santuário, mas não entendo como você pode estar aqui estando morto, e o que quer comigo.

Orpheu deu um leve sorriso para Hank.

Desde a última guerra eu estou ao lado da estátua de minha amada, Eurídice, tocando minha Lira para ela. Quando o Grande Mestre trouxe a armadura de Lira para santuário eu pedi para a armadura me deixar a sua Lira com a finalidade de acalmar a alma de Eurídice que é sempre atormentada pela morte.

Então o que faz aqui?

Hank ainda estava confuso.

Eu vi que alguém conquistou a armadura de Lira e isso significa que uma nova guerra santa está por vir. Por isso vim trazer-lhe a lira de sua armadura. Confio a deusa Athena e o Mundo a você.

Hank finalmente entendeu o motivo daquela visita um tanto inesperada. Então Orpheu estendeu seu braço esquerdo com lira na direção de Hank que também estendeu seu braço esquerdo para receber a famosa lira de Orpheu. Quando Hank tocou na lira luzes saíram da armadura de Orpheu que saiu de seu corpo passou a vestir o corpo de Hank, fazendo o corpo e o cosmos de Orpheu desaparecerem.

Orpheu, enquanto houver energia em minha vida, não desistirei de limpar o mal desse mundo.

Hank então sentiu que sua armadura emanava um cosmos diferente como se o cosmos de Orpheu estivesse fundido com o cosmos da armadura.

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